domingo, 16 de agosto de 2009

O momento estavam ela e o horizonte, o vento não se encontrava ali, ela ficou com medo e resolveu mudar teu olhar ao chão, lá pelo menos não seria surpreendida com algo maior que ela. Mas se sentia vuneravel. O ato que queria cometer era fácil, simples, mas naquele momento aquilo parecia quase impossível , e ela não sabia se conseguia, a reacção alheira que muitas vezes é sua maior inimiga. A incerteza, o medo, a fazia vuneravel das pessoas. Parou de caminhar seu passo rápido, penetrou lentamente no seu infinito, alcançou o - quase - impossível, respirou, tomou o fôlego, voltou a caminhar com seu passo quase corrido. E agora só se encontrava ela e a porta, aporta e ela, ela sabia, ela sentia, ela devia abrir a porta, penetra-lá, abriu, deparou-se com a professora a cumprimento, e continuou a caminhada, agora não tão rápida, ela desfilava, ela sentia todos os olhares da sala a penetrando, tantando descobri-lá. Uma certeza no momento, ela fazia impacto na mente dos seres. O eterno instante acabou, ela tinha agora chegado a carteira, a ultima da fileira; ela agora pusera a mochila vermelha no chão, brio-a, tirou de lá uma caderno e canetas; não conseguia agora olhar o horizonte, não queria penetrar o olhar alheio, colocou-se então a escrever, não tinha o que escrever, mas ia, então o que um dia já havia escrito reescrevia, era só para passas o tempo, que no momento parecia ser infinito, o tempo não passava, o tempo não passava, o tempo, como agora, não passou.

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