Uma, duas, três, quatro, a menina que era livre dentro de seu quarto. Um movimento vindo do nada. Um sentimento mau escrito pelo autor da imensa peça que ali a colocou. Sem oportunidades de ensaiar saiu o expontaneo nas palavras, nas ações, nas invenções. Uma, duas, três, quatro, a menina estava dentro de si sem estar. A menina pode estar aqui ou lá. Só não queira saber onde ela quer chegar.. Não espere encontra nada nem bom, nem ruim aqui, não espere encontra suspiros de amor, nem urros de ódio, não espere encontrar dor ou alegria, não espere nada mais do que não deva esperar, não espere nada, apenas leia.
domingo, 2 de agosto de 2009
- A menina .
Uma, duas, três, quatro, a menina que era livre dentro de seu quarto. Um movimento vindo do nada. Um sentimento mau escrito pelo autor da imensa peça que ali a colocou. Sem oportunidades de ensaiar saiu o expontaneo nas palavras, nas ações, nas invenções. Uma, duas, três, quatro, a menina estava dentro de si sem estar. A menina pode estar aqui ou lá. Só não queira saber onde ela quer chegar.
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A menina do quarto bagunçado, retangular mas arrendondado
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